sábado, 9 de janeiro de 2010

FALAR COM CORAGEM

Os que fazem um bom trabalho

conseguem posição importante

para si mesmos e

são capazes de falar com coragem

a respeito da sua fé em Cristo Jesus.

1 Timóteo 3.13 (leia 3.1-13) – BLH

"Falar com coragem" não quer dizer falar com confiança, nem com firmeza, nem sem medo. "Falar com coragem" quer dizer "Falar do coração". A fala corajosa é a fala sincera, a fala aberta, a fala sem fingimento, a fala que vem do coração. É somente a fala que vem do nosso coração que pode atingir o coração dos outros.

O nosso falar deve refletir a realidade. Se o evangelho não é uma realidade na prática da nossa vida, o nosso falar vai cair num vazio. Falar com coragem exige uma vida que corresponde ao que está sendo dito. O que convence não são as palavras em si mesmas, mas a vida atrás das palavras é que fala mais alto e dá autoridade à mensagem.

Temos que construir uma base sólida de integridade para podermos ter credibilidade. Somente por meio de trabalharmos bem e sermos constantes é que seremos confiáveis e poderemos exercer uma influência positiva na vida dos outros. A sinceridade e a integridade são a base de uma vida útil. Assim teremos uma posição importante na vida alheia.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

EVANGELHO UNIVERSAL

Isso é bom, e

Deus, nosso Salvador, gosta disso.

Ele quer que todos sejam salvos

e venham conhecer a verdade.

1 Timóteo 2.3-4 (leia 2.1-8) – BLH

Não há nada e ninguém que fique fora do plano salvífico de Deus. A teologia que diz que Deus escolheu um Povo para ser salvo, com a exclusão de todos os outros povos é completamente fora da realidade bíblica. A doutrina bíblica do Povo de Deus não é uma escolha para ser salvo, mas uma escolha para ser bênção (em Abraão todos as nações seriam abençoadas). O Povo de Deus é portador da verdade que abençoa. O compromisso do Povo de Deus não é de ser salvo, nem de buscar a salvação, mas agir a favor da bem-aventurança de todas as nações. Ser Povo de Deus não é receber favores, ou privilégios, mas, receber uma missão de anunciar a realidade do Reino de Deus e agir dentro da sociedade, de tal modo que, a justiça do Reino seja manifestada.

A teologia de muitos é a “teologia de Jonas”. Jonas pregou a mensagem da destruição eminente provocada pela ira de Deus na expectativa de ver a cidade destruída. O prazer de Jonas estava na expectativa de ver a cidade em chamas. Ficou com raiva quando viu a cidade poupada da ira de Deus.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

CRAQUES DA SELEÇÃO DE DEUS

Agradeço a Cristo Jesus,

o nosso Senhor,

que me deu forças para cumprir a minha missão.

Eu lhe agradeço porque me considero merecedor

e porque me escolheu para serví-lo.

1 Timóteo 1.12 (leia 1.1-2,12-14) – BLH

Há algo na vida que está muito além de nós. Paulo se sentiu impulsionado por uma força que não era dele e tinha recebido muito mais do que achava que merecia.

Nós nos encontramos no meio de um jogo que chamamos vida. Nós não escolhemos o jogo, muito menos se queríamos entrar ou não. As regras do jogo já vêm definidas, mas temos que descobri-las por conta própria. Às vezes é difícil saber qual é o nosso gol e qual é o do adversário. Não sabemos o placar e quanto tempo vamos ainda jogar.

Somos colocados para jogar numa determinada posição e podemos nos sentir despreparados para tanto. Começamos a sentir que há alguém que nos dá forças que não são nossas forças. Sentimos que aquele que nos colocou neste jogo tem muito interesse em nós e no resultado do jogo! Sentimos que, embora não sendo consultados quanto a nossa participação, somos bem valorizados. Achamos que fomos escolhidos para sermos craques da seleção de Deus.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

CRIATURAS DO DIA

Mas vocês, irmãos,

não estão na escuridão,

e o Dia do Senhor não deve pegá-los de surpresa

como um ladrão.

Todos vocês são da luz e do dia.

Nós não somos da noite

nem da escuridão.

Tessalonicenses 5.4-5 (leia 5.1-6,9-11) – BLH

Independentemente do que uma pessoa pode crer ou não crer a respeito da vinda de Jesus, a declaração desta passagem é válida. O futuro é incerto. Não sabemos o que vai acontecer daqui a um segundo! Diante disto, devemos estar sempre em dia com tudo.

Nesta passagem o "dia" e a "noite" são usados como metáforas, para representar a verdade (dia) e a falsidade (noite).

É importante ser da luz e do dia. Quem é da luz e do dia é aberto à verdade e a verdade é libertadora. Quem opta pela luz e pelo dia tem a mente aberta para aprender coisas novas e crescer; não se fecha e está sempre em processo de transformação. Ao contrário, os que são da escuridão, da noite, resistem às mudanças por acharem que já sabem tudo e têm um sistema fechado de crenças.

O Dia do Senhor é o dia da verdade. Se somos abertos à verdade, não há nenhuma verdade que possa nos pegar de surpresa e nos derrubar. É bom ser da luz e do dia!...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

ESPERANÇA DE VIDA APÓS VIDA

Nós cremos que Jesus morreu e foi ressuscitado.

Assim cremos que Deus vai trazer,

com Jesus,

os que morreram crendo nele.

1 Tessalonicenses 4.14 (leia 4.13-18) – BLH

Paulo aponta Jesus como a primícia dos cristãos, aquele que conquistou a morte e levará seus seguidores pelo mesmo caminho. Paulo usa a figura de Adão para ser a primícia do contrário, como aquele que levou todos à morte. São artigos de fé sem provas concretas. Paulo declara que Jesus ressuscitou e já ressuscitamos com Ele. Estas afirmações são fruto do nosso desejo pela imortalidade e amor à vida.

Talvez a maior prova da imortalidade seja o nosso desejo pela imortalidade. O argumento usado é que o desejo pode comprovar a existência do desejado, como a fome e a sede comprovam a existência da comida e água. Se a comida e a água não existissem não existiria o corpo para desejar-lhes. Assim é a ressurreição. Eu amo a vida e desejo viver para sempre, mas, a morte é também uma realidade. Para Paulo a ressurreição de Jesus é a indicação de vida após esta vida. Jesus simboliza a esperança.

domingo, 3 de janeiro de 2010

PAZ COMPLETA E INCOMPLETA

Procurem viver em paz,

tratem dos seus próprios negócios

e vivam do seu próprio trabalho.

Tessalonicenses 4.11 (leia 4.9-12) – BLH

Viver a sua própria vida e não a vida dos outros, é viver a vida da melhor maneira possível: estando bem com Deus, a criação, os outros. Este seria o ideal! O "procurar viver em paz" quer dizer: "fazer a nossa parte". Há um aspecto da paz que depende dos outros; para a paz ser completa, os outros devem participar dela também. A paz tem o amplo sentido de bem estar, não só a ausência de conflito ou de guerra. Vivemos em "interdependência" e não dependência ou independência. A paz, para nós, é sempre uma busca no sentido de que ela nunca é completa.

Jesus menciona um nível de paz que não depende das circunstâncias: "A paz que o mundo não pode dar nem tirar". Completa-se em nosso relacionamento com o Divino e ainda permanece mesmo se nós perdermos tudo o mais...

A paz é uma busca. Os outros são envolvidos. A paz que depende da nossa harmonia e do nosso relacionamento com Deus e a sua criação pode ser completa, mas a paz que inclui o bem estar dos outros é sempre uma busca. A paz pode ser completa e incompleta ao mesmo tempo.

sábado, 2 de janeiro de 2010

IMORALIDADE

Deus não nos chamou

para vivermos na imoralidade,

mas para sermos

completamente dedicados a ele.

1 Tessalonicenses 4.7 (leia 4.1-8) – BLH

A imoralidade representa aquilo que está em conflito com a nossa integridade. O oposto da imoralidade é uma vida integral, não dividida. A imoralidade representa a pessoa dividida, sendo o contrário de uma pessoa em harmonia consigo mesma. Qualquer ato que contribui para a desintegração da pessoa, é imoralidade! A imoralidade não é a prática disto ou a prática daquilo, mas a má prática em qualquer área da vida.

A nossa cultura tem uma "neurose" em relação ao corpo e em relação ao sexo. Muitos acreditam: "imoralidade = sexo". Para estas pessoas a santidade exigiria uma vida assexuada. Mas, uma espiritualidade sadia é aquela que consegue incorporar a sexualidade dentro da espiritualidade.

Ao rejeitarmos esta "integração", estamos rejeitando a própria vida. A moralidade legalista e fragmentista de uma vida assexuada é uma moralidade falsa que vai contra Deus e a criação.