sábado, 19 de junho de 2010

TESTE DE AMOR

Porque vocês já conhecem o grande amor

do nosso Senhor Jesus Cristo:

ele era rico,

mas se tornou pobre por causa de vocês

a fim de que vocês se tornassem ricos

por meio da pobreza dele.

2 Coríntios 8.9 (leia 8.1-9) – BLH

O amor não é um mero sentimento. O sentimento que não se transforma em ação não é verdadeiro. O amor só de palavras não é amor de verdade. A prova do amor de Jesus é o ato dele abrir mão da sua riqueza de uma existência de conforto, segurança e abundância; participando da pobreza da situação humana. Jesus nasceu entre os pobres e viveu uma vida marginalizada, sem participar dos privilégios das classes abastadas de sua época. Jesus abriu mão da sua condição de Filho de Deus com toda a sua glória para ser um filho ilegítimo de uma pobre camponesa. Ele não somente abriu mão destas riquezas, mas as ofereceu a nós. Por meio da pobreza de Jesus nós nos tornamos ricos.

O reflexo do amor de Deus em nossas vidas é justamente na área da generosidade. Todos nós temos as nossas riquezas. Podem não ser riquezas à vista dos outros, mas para nós vale muito. A profundidade do nosso amor pode ser medida pela nossa disposição de abrirmos ou não mão das riquezas pessoais.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

UM SINAL DA BONDADE DE DEUS

Escutem o que Deus diz:

"Quando chegou o tempo de mostrar a minha bondade,

eu atendi o seu pedido e o socorri

quando chegou o dia da salvação."

Escutem! Este é o tempo em que Deus mostra a sua bondade! Hoje é o dia de ser salvo!

2 Coríntios 6.2 (leia 6.1-10) – BLH

Hoje é o único dia que tenho, somente o presente momento é meu. A minha bem aventurança sempre depende do "agora". O que estou pensando agora, planejando agora e fazendo agora está contribuindo ou prejudicando a minha bem aventurança, não só a minha, mas a dos outros também!

Evitei usar o termo "minha" bem aventurança em isolamento. A minha bem aventurança está ocorrendo no contexto da bem aventurança dos outros e a minha vem puxando a dos outros. A bem aventurança dos outros vem me beneficiando também.

Mas, voltando ao tema, a bem aventurança é sempre o assunto de "hoje" e hoje sempre é um sinal da bondade de Deus. Hoje é a dádiva constante que Deus está me dando. Enquanto tenho o dia de hoje há oportunidade de trabalhar a salvação. A bem aventurança é a meta principal da vida e nunca deve ser deixada para o amanhã que nunca chega. Hoje é tudo o que tenho.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

ABRINDO AS MALAS

Porque todos nós temos de nos apresentar diante de Cristo,

para sermos julgados por ele.

E cada um vai receber o que merece

de acordo com o que fez de bom ou de mau

na sua vida aqui na terra.

2 Coríntios 5.10 (leia 5.6-10) – BLH

As escrituras cristãs indicam que a vida além túmulo é a continuação da vida que estamos levando agora, isto é, ao passarmos para a próxima fase vamos levar a bagagem que estamos adquirindo aqui. O julgamento não é nada mais do que isto. Vamos "abrir as malas" e ver o que arrumamos nesta etapa. Vamos levar coisas para a vida, ou coisas para a morte?

Aquilo que fazemos de bom é aquilo que vem motivado pelo amor. O que é motivado pelo amor produz vida. É vida produzindo vida. Aquilo que fazemos de mal é aquilo que é motivado pelo egoísmo ou medo. Ser bonzinho por medo do castigo de Deus não vale, como também não vale fazer coisas boas para ficar de bem com Deus. O verdadeiro bem é espontâneo, sem segundas intenções e sem retorno, mas produz felicidade e paz do espírito.

terça-feira, 15 de junho de 2010

FAZER A JUSTIÇA OU VIVER A JUSTIÇA?

Ele morreu por todos para que os que vivem

não vivam mais para si mesmos,

mas para aquele que morreu e ressuscitou

para o bem deles.

2 Coríntios 5.15 (leia 5.14-21) – BLH

Nós reproduzimos a nossa própria espécie. Peixe gera peixe, mosca mosca e rosa, rosa! Jesus, sendo amor, reproduziu o amor com todos os seus frutos. A vida e a morte daqueles que vivem o amor traz o bem para todos.

Não há relato bíblico de Jesus ter gerado filhos ou filhas no sentido biológico, mas no sentido "espiritual" nós nos consideramos descendentes dele; devemos ser da mesma "espécie". Aí está a dificuldade. Até que ponto estamos sendo da "espécie do amor"?

O domínio do amor é a marca desta herança. Não somos mais dirigidos pelas regras. Regras têm em vista a proteção e promoção de sistemas e instituições. O amor visa ao ser humano e tudo que promove a vida. As regras visam fazer a justiça e estabelecem ordem. O amor visa viver a justiça, porque somente vivendo a justiça temos a posse de outros atributos. As regras visam controlar o comportamento. O amor atinge o íntimo: converte o inimigo em amigo.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

VIDA NO CORPO MORTAL

Durante a nossa vida estamos sempre em perigo de morte

por causa de Jesus,

para que se veja a vida dele

no nosso corpo mortal.

2 Coríntios 4.11 (leia 4.7-15) – BLH

Em nossa fragilidade se revela o poder daquilo que nos sustenta. Somos sustentados por uma força que é muitíssimo maior do que nós. Somos apenas "potes de barro" (v.7), mas em nós há muitos tesouros.

O nosso problema é que ficamos encantados com o "pote" e a sua beleza. Aquele pote pode ser a nossa própria pessoa e aquilo que conseguimos realizar no decorrer da nossa vida, ou também a estrutura dentro da qual vivemos e agimos. Pode ser uma nação potente ou uma igreja crescente e animada com muito entusiasmo e atividades. Pode ser mil e uma coisas que nos dão um senso de importância e de identidade.

Ao percebermos que este é apenas um "pote de barro comum," podemos cair no desespero total e caminharmos para um fatalismo auto-destrutivo. Ou podemos descobrir a força que formou o pote e os tesouros que ele contém. O nosso mal consiste em glorificar as formas e idolatrar as coisas. A desilusão com as nossas coisas pode abrir os nossos olhos para aquele que é Vida, fonte de tudo.

domingo, 13 de junho de 2010

O MILAGRE DO IMPOSSÍVEL

Não há nada em nós que nos permita afirmar

que somos capazes

de fazer esse trabalho,

pois a capacidade que temos

vem de Deus.

2 Coríntios 3.5 (leia 3.4-11) – BLH

O nosso desenvolvimento físico é algo que brota do íntimo do nosso ser. Forças invisíveis e inconscientes operam em nosso corpo que nos transformam de criança para adolescente, de adolescente para adulto. Apenas colaboramos com estas forças com boa alimentação e exercício. A vida espiritual segue o mesmo padrão. O nosso desenvolvimento é espontâneo, embora necessite da nossa colaboração. Basta termos um alvo na vida e colaborarmos com as forças interiores para podermos alcançá-lo.

Jesus mostrou que a vida plena vem duma relação dinâmica com o Papai e não da obediência dum sistema de leis escritas. Legalismo produz a morte mas um relacionamento dinâmico leva à mudança, vida e crescimento. Quando optamos colocar um relacionamento dentro de normas pré-estabelecidas, começamos a matá-lo; qualquer relacionamento, seja doméstico, eclesiástico, social ou simplesmente amizade.

O que dá vida e força a um relacionamento é o espírito e não um bom conjunto de leis e regras. A igreja peca ao tentar impor sobre seus membros normas de conduta. Em vez de normas de conduta deveria existir visão de um alvo a ser alcançado! Ao lutarmos para alcançarmos uma visão, somos capazes de fazer o impossível. Milagres podem acontecer.

sábado, 12 de junho de 2010

OPORTUNIDADES GRANDES E PEQUENAS

Certa vez,

quando eles estavam adorando o Senhor

e jejuando,

o Espírito Santo disse:

--Separem para mim

Barnabé e Saulo

a fim de fazerem o trabalho

para o qual eu os tenho chamado.

Atos 13.2 (leia 11.21-26, 13.1-3) – BLH

É importante ouvir a voz do espírito. O espírito nos leva, passo a passo, para cumprir a nossa missão no mundo. Cada um de nós tem um lugar e uma participação neste mundo. Podemos andar neste mundo conscientes desta direção espíritual.

Às vezes a participação pode ser até dramática e exótica, mas geralmente não é aquilo que atrai a atenção dos outros. Nem sempre as grandes coisas da vida são muito visíveis e chamam a atenção. Um gesto pequeno pode ter conseqüências profundas e passar despercebido pela maioria.

Às vezes ficamos aguardando grandes oportunidades e deixamos passar as pequenas; na realidade, tornam-se grandes oportunidades disfarçadas... O espírito pode nos fazer sensíveis a estes eventos pequenos, mas de grande relevância. Somando milhões destes pequenos gestos, a corrente do Reino de Deus vai se avolumando e tomando forma na terra. Qualquer oportunidade, pequena que seja, é grande aos olhos de Deus!